Dr. Davi Gomes dos Anjos
Especialista em Oftalmologia (CBO/AMB). Especializado em cirurgia de catarata e segmento anterior.
Consulta focada no problema atual - um incômodo que começou agora ou um problema antigo que piorou de repente. Atendimento em horário comercial (não é 24h), com avaliação objetiva e conduta imediata. Preço informado antes de você agendar.
Precisa renovar sua receita de óculos, não é uma emergência? veja a consulta oftalmológica completa →
O atendimento de emergência é feito por qualquer oftalmologista disponível na unidade - todos médicos com registro no CRM, prontos para uma avaliação objetiva e focada no seu problema.
Especialista em Oftalmologia (CBO/AMB). Especializado em cirurgia de catarata e segmento anterior.
Especialista em Oftalmologia (CBO/AMB). Especializado em córnea clínica e cirúrgica, cirurgia refrativa e ceratocone.
Especialista em Oftalmologia (CBO/MEC). Especializada em Retina Clínica e Cirúrgica. Membro da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo.
Especialista em Oftalmologia com pós-graduação e especialização em cirurgia plástica ocular (oculoplástica).
Atendimento objetivo, focado na queixa que trouxe você até aqui.
Chame no WhatsApp ou ligue - nossa equipe orienta se o caso é de emergência e confirma o horário mais rápido disponível na unidade mais perto de você.
O oftalmologista escuta o que você está sentindo e faz perguntas para entender o quadro e possíveis causas relacionadas.
Avaliação direcionada ao problema atual, para chegar a um diagnóstico rápido e confiável.
Prescrição do tratamento adequado ou procedimento imediato quando possível - como a retirada de um corpo estranho no próprio consultório.
Uma emergência ocular não pode esperar dias por uma consulta comum - mas também não precisa de um pronto-socorro para casos que um oftalmologista resolve na hora.
A consulta de emergência é indicada quando o olho (um ou os dois) apresenta um problema que exige conduta rápida.
Perda repentina da visão, moscas volantes que surgiram do nada ou flashes de luz exigem avaliação imediata.
Bolada, soco, objeto cortante ou pontiagudo, cisco, areia ou pelo de animal no olho.
Dor no olho, olhos vermelhos, hemorragia ocular ou conjuntivite com piora rápida.
A consulta de emergência não é indicada para renovação de receita de óculos - nesse caso, agende uma consulta regular.
A dr.olho é particular. O valor da consulta de emergência é informado de forma transparente no primeiro contato.
* A dr.olho não aceita convênios médicos. Atendimento 100% particular. Atendimento de emergência funciona em horário comercial, não 24h.
Para quem está com um problema ocular (em um olho ou nos dois) que exige conduta rápida e imediata - como perda súbita de visão, trauma ocular, corpo estranho no olho, dor ocular, olhos vermelhos ou hemorragia ocular. Sintomas leves que melhoram sozinhos em algumas horas, ou queixas antigas já diagnosticadas, podem esperar por uma consulta de rotina.
Não. O atendimento de emergência da dr.olho funciona durante o horário comercial das unidades.
O oftalmologista escuta a queixa principal, faz perguntas para entender o quadro, realiza o exame físico necessário e, ao final, prescreve o tratamento adequado ou realiza algum procedimento na hora, como a retirada de um corpo estranho.
Não é o caso ideal - a consulta de emergência é focada em problemas agudos. Para renovar receita, agende uma consulta oftalmológica regular.
A dr.olho não trabalha com convênios médicos - o atendimento é 100% particular. O valor é informado de forma transparente no primeiro contato.
Existem conjuntivites infecciosas (viral e bacteriana) e não infecciosas (alérgica). A viral é a mais comum e a mais contagiosa; a bacteriana é mais rara e é a única que costuma precisar de colírio antibiótico; a alérgica não é contagiosa e costuma vir junto com outras alergias, como rinite. O tratamento certo depende do tipo, por isso a consulta com o oftalmologista vem antes de qualquer colírio.
A conjuntivite (principalmente a viral) passa de pessoa para pessoa pelo contato com a lágrima ou secreção de um olho contaminado - não se pega pelo ar. É comum se contaminar coçando os olhos após tocar em objetos ou superfícies que alguém com conjuntivite tocou. Ela continua contagiosa enquanto os sintomas persistirem, então vale lavar bem as mãos e evitar compartilhar toalha ou fronha até a melhora. Mesmo depois de curada, é possível pegar conjuntivite de novo.
Os sinais mais comuns são olho vermelho, coceira, ardência, sensibilidade à luz, lacrimejamento e secreção (a popular remela), podendo vir com leve inchaço ao redor dos olhos - febre é rara e, quando acontece, costuma estar ligada a uma infecção viral associada. A duração varia de poucos dias a algumas semanas conforme o tipo e o organismo de cada pessoa, mas o mais comum é resolver entre 7 e 10 dias.
Não existe um colírio único que sirva para qualquer conjuntivite - o tratamento certo depende do tipo (viral, bacteriana ou alérgica), e usar o colírio errado pode até atrasar a melhora. Evite aplicar colírio por conta própria ou indicação de terceiros: o oftalmologista precisa examinar o olho para identificar a causa antes de prescrever o tratamento.
Não há relação de gravidade entre gravidez e conjuntivite - o quadro costuma evoluir da mesma forma. Ainda assim, vale procurar o oftalmologista para confirmar o diagnóstico e receber uma indicação de tratamento segura para esse momento.
Pode começar em um olho só e passar para o outro sem os cuidados certos - evite compartilhar toalha ou fronha e encostar rosto com rosto enquanto estiver com sintomas. Já o uso de lente de contato pode causar um tipo de conjuntivite por irritação (não infecciosa, que não passa de pessoa para pessoa); se sentir desconforto usando lentes, interrompa o uso e procure o oftalmologista.
É um tipo de conjuntivite viral em que se forma uma membrana sobre a conjuntiva, a pele fina que reveste o olho e a parte interna das pálpebras. O oftalmologista identifica essa membrana no exame do consultório, e o tratamento costuma ser feito com colírio à base de corticoide, com retornos frequentes para acompanhar (e às vezes remover) a membrana até a resolução do quadro.
Pode. O acúmulo de maquiagem na base dos cílios favorece a blefarite (inflamação das pálpebras) e, em quem tem olho seco ou pele mais sensível, pode irritar a ponto de causar uma conjuntivite alérgica. Vale sempre retirar a maquiagem antes de dormir e respeitar o prazo de validade dos produtos - máscara de cílios vencida ou ressecada é uma das causas mais comuns desse tipo de irritação.
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